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Dez supostos terroristas do Estado Islâmico no Brasil são presos pela Polícia Federal

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Homens das Forças Armadas realizam simulação de combate ao terrorismo durante a madrugada na Estação Paraíso do Metrô, São Paulo / Foto: Marcelo Gonçalves/Sigmapress/Estadão Conteúdo – 20.07.2016

O ministro da Justiça, Alexandre de Moraes confirmou na manhã desta quinta-feira (21) que dez supostos terroristas foram presos por ligação com o grupo terrorista Estado Islâmico.

Segundo o ministro, a partir dessa percepção, se deflagrou a operação antiterrorismo. Ele diz que essa comunicação entre os suspeitos se deu por aplicativos de comunicação como WhatsApp e Telegram.

O grupo passou a chamar a atenção da Polícia Federal depois de fazer um “juramento ao Estado Islâmico” pela internet. Apesar da PF não ter constatado um contato direto com a facção, o grupo passou a achar que já fazia parte da facção.

“Seguindo um protocolo internacional de divulgação com a transparência, gostaríamos de informar que hoje foi realizada uma operação da Polícia Federal onde se realizou o rastreamento que começou com a integração entre a Polícia Federal, a Abin e as Forças Armadas, e culminou na prisão de 10 indivíduos”, disse o ministro.

De acordo com Alexandre, o grupo foi preso porque foi constatado fortes indícios de que os ataques poderiam ser realizados. ” Houve uma série de atos preparatórios e, em um determinado momento,  o grupo mostrou que o Brasil deixou de ser um país neutro e, em virtude das olimpíadas e da vinda de turistas de diversas nacionalidades, o Brasil poderia se tornar um alvo”, disse.

A Polícia Federal constatou, também, atos “preparatórios” como o  “batismo com facção” e a tentativa de compras de armas, como de uma AK-47, do Paraguai com a finalidade da “prática clara” de terrorismo. Ainda de acordo com o ministro,  a prisão foi realizada depois de constatado três aspectos: “Houve um primeiro contato com o Estado Islâmico, onde eles fizeram uma espécie de juramento. Depois, as investigações indicaram uma série de atos preparatórios, como a tentativa de compra de armas do Paraguai”, disse.

A conversa entre o grupo e a compra de armas AK-47 indicam que o ataque poderia ser realizado com a utilização desse armamento, assim como ocorreu em Orlando. Alexandre ainda disse que o grupo parecia ser “amador” pelo fato de “negociar armas pela internet”.

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Fonte: IG/Último Segundo

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