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Ansiedade versus depressão. Afinal, quais são as diferenças?

Foto: DR

A verdade é que no contexto das perturbações mentais, há situações em que a ansiedade e a depressão se sobrepõe ou coexistem. Já em outros casos, uma pode originar da outra. Por vezes a depressão se desenvolve a partir de casos graves de ansiedade crônica, como explica o hospital CUF, em Portugal.

O que é a ansiedade?

A ansiedade pode se manifestar através de sintomas físicos e psicológicos, alerta o hospital. Caracteriza-se por uma preocupação exacerbada face a um acontecimento futuro. Como tal, a pessoa não consegue viver bem o presente e aproveitar. Quando controlada, é uma reação natural do organismo a possíveis ameaças, que permite que nos mantenhamos alerta para qualquer perigo que possa surgir.

Contudo, quando a ansiedade é intensa, prolongada e sem causa aparente as pessoas tendem a se isolar e a evitar quaisquer situações que considerem perigosas, mesmo quando não são.

A ansiedade pode ser generalizada ou manifestar-se em situações concretas, explica a CUF:

– Ataques de pânico;

– Perturbações obsessivo-compulsivas;

– Agorafobia;

– Ansiedade social;

– Stress pós-traumático.

O que é a depressão?

O sentimento de tristeza é natural mas pode, contudo, prolongar-se mais tempo do que o habitual, tornando-se um problema crônico e incapacitante que afeta as várias esferas da vida. A depressão é caracterizada por um sentimento de tristeza crônica, sem um motivo específico. 

Existem vários fatores que podem contribuir para o seu desenvolvimento:

– Predisposição familiar;

– Acontecimentos desagradáveis ou traumáticos (situações de perda, separação, luto ou tragédia);

– Personalidades mais introvertidas.

Sintomas

Ansiedade

– Sensação injustificada de medo ou pânico;

– Problemas de concentração;

– Irritabilidade;

– Insônias;

– Dificuldade em respirar;

– Palpitações;

– Boca seca;

– Náuseas;

– Tensão muscular;

– Tonturas.

Depressão

– Sensação persistente de tristeza;

– Menor interesse por atividades do cotidiano, mesmo que antes fossem prazerosas;

– Sensação de culpa ou falta de esperança para o futuro;

– Fadiga crônica;

– Insônias ou hipersônia (dormir em demasia);

– Variações abruptas de peso;

– Alterações ao nível da cognição (memória, concentração e raciocínio);

– Diminuição da autoestima e da autoconfiança.

O hospital CUF recomenda ainda que caso reconheça em você ou em alguém próximo alguns dos sintomas mencionados, procure ajuda médica.

Fonte: Lifestyle ao Minuto

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